26/01/17

A minha veia masterchef

Sabem aquela coisa de dizerem que cozinhar é como uma terapia? Eu não ligava muito a isso até que me apanhei sozinha num fim-de-semana. Ora, tempo + boa disposição + criatividade resulta em bolo na cozinha :-) 

Encontrei uma receita de bolo de iogurte e siga. Sim, eu sei que é o mais fácil de se fazer mas, ainda assim, diverti-me à brava. Sossegadinha no meu canto, com a música ligada. 





Uma hora depois, deu isto:


Lição a reter: ignorar o pacote de farinha quando diz "sem necessidade de empregar fermento". That's bullshit. Ficou saboroso à mesma, mas o bolo não cresceu muito. Como a minha colega de casa disse: "Isso é como os shampoos e amaciadores 2 em 1. Não compras, pois não? Exacto, porque são uma treta!

Ainda assim, foi uma vitória :D

22/01/17

Do outro lado do medo


Ao ínicio, sentimos medo e, quando damos por isso, já este se apoderou de nós. O medo de arriscar. O medo de perder alguém. O medo de mudar de trabalho e de vida. O medo de roubar um beijo àquela pessoa. O medo de ser feliz. O medo de ficar sozinho. O medo de dizer o que sentimos. O medo de ser julgado. 

É sempre a merda do medo. Depois apercebemo-nos do que estamos a perder por causa desse sacana. A pouco e pouco vamos enfrentando-o, como uma fénix que renasce das cinzas. 

Afinal não foi assim tão mau mudar de trabalho. Foi aterrador ao ínicio, é certo, mas os resultados valem por tudo. De súbito, ter beijado aquela pessoa foi a decisão mais acertada. Apesar do calafrio na barriga, valeu a pena porque... quando é que terias outra oportunidade para o fazer? 

Chega a uma altura em que percebes que não te podes deixar consumir por ele porque senão irás viver a vida num eterno "E se...?" E se tivesse arriscado? E se tivesse feito isto ou dito aquilo? É o tipico cliché do mais vale arrependeres-te do que fizeste do que aquilo que não fizeste. O que eu sei é que viver sem nunca saber o que existe do outro lado do medo é tramado. 

Por isso, toca a arriscar. 
  

16/01/17

Coisas de bestie


Marcámos um encontro as 20h num centro comercial: eu, a minha bestie e mais duas amigas. Mandei mensagem à minha melhor amiga antes, a perguntar se ela iria já jantada. Andávamos as duas falidas, por isso decidimos comer antes de ir. 

Quando nos encontrámos, as duas outras amigas estavam atrasadas portanto, era só eu e a minha buddy na paragem do autocarro (tanta falta que o meu boguinhas me faz!). 

Eu: Então conseguiste jantar?
Ela: Não tive tempo.
Eu: Bem, eu comi uma sopa mas confesso que já estou outra vez com fome. 
Ela: Pois...
(Pausa) 
Eu: Jantamos por lá?
Ela: Siiim! - respondeu dela acenando vigorosamente a cabeça e com um sorriso de orelha a orelha.

Quando duas lontras se juntam dá nisto! Pela foto, dá para perceber onde fomos jantar, não? :-) 

04/01/17

Telling stories




Por mais que ouça, nunca me canso desta. 


"Leave the pity and the blame
For the ones who do not speak
You write the words to get respect and compassion
And for posterity
You write the words and make believe
There is truth in the space between"
Devaneios Lisboetas. Com tecnologia do Blogger.

Vamos devanear?

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"Eu desejava dizer muitas coisas à rapariga que roubava livros, acerca de beleza e brutalidade. Mas o que podia eu dizer-lhe acerca dessas coisas que ela não soubesse já? Queria explicar-lhe que estou constantemente a sobrestimar e a subestimar a raça humana - que raramente me limito a estimá-la. Queria perguntar-lhe como podia a mesma coisa ser tão horrível e tão gloriosa, e as suas palavras e histórias tão nefandas e tão brilhantes", Mark Zusak em " A Rapariga que roubava livros"

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